"Alô?
ABexedário ao amor...
Quão bom e esperados são os meses de junho! Quão boa e divertida são as festinhas juninas! 
"MEIA"! "meia" pq o começo foi lá no começo... E, nos dias atuais, digamos que estou no meio... ou melhor, no começo do meio...
Meio que assim: atemporal...
Acredito que para chegar no FIM os MEIOS são necessários. E não tendo 100% de certeza qual será esse (meu) FIM - exceto o de utilizar o corpo como um meio de comunicação - talvez "experimentar dessa metade de um Todo" seja o propósito da vida...
(nossa, que fofinho)
Mas voltando ao Aconchegantinho Chic... É lá que eu, prazerosamente, expresso e experimento esse meio profissional que é tocar as BYZETTO. É lá que, de cliente à cliente, valido minhas aspirações... Lá que tem as minhas idéias. Lá que as exponho e vendo ao público... Lá que tem, mais forte, essa conexão com mundo (o FIM?).
É muito bom estar lá, naquele meinho-chacota-buxixo-chic-de-ser. É muito bom também ter essa oportunidade de espalhar as byzetto por aí...
Bons momentos!
E obrigada por ser(em) o meio para eu fazer tuuudo isso possível...
Passa lá: Novo Espaço Pátio Oscar Freire. R. Oscar Freire, 720.

Altura suficientemente elevada para eu ficar + pertinho de Deus quase que sem interferências. Genuínos minutos. Santo instante.
E agora-já a única coisa que se tem pra dizer:
Happy BIRDday Japa!! ...e que essa data (e esse voo, e essa páscoa, e esses vinhos, e essas pizzas, e essas músicas) se repita(m) por muuuitos e muitos anos!
...
voa lá no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=v0OsA01WwtI

Mas um Carnaval... mais um BBB...
e fica registrada a alegria de compartilhar tudo isso com vcs!
...
Á Á Á tá na hora de pescá!

O mar era igualzinho à uma piscina infinita de um azul-transparente-cristalino.
3 longos meses antecederam àquela viagem...


Ser filha é tentar imaginar o que o pai imagina...
ser filha é curtir ao lado do pai cada fase da vida...
Ser filha é querer a aprovação...
e a sua benção...
Ser filha é se orgulhar da trajetória de sua vida...
e de todas as suas conquistas...
é honrar
é obedecer
é escutar
e nunca discordar...
(uma boa filha sabe disso muito bem!)
;)
ser filha é querer continuar a ser pra sempre a filhinha mimada...
é saber que se pode contar, a qualquer hora, com o pai...
e é ter certeza que esse PAItrocínio funciona!
ser filha é aprender a cada dia...
aprender cada passo com um dos melhores professores e com o mais bonitão dos progenitores: papito!
A raíz da melhor transmissão amorosa de onde jorram grandes valores e princípios aos quais eu tenho aqui dentro, muito bem recebidos e imensamente agradecidos.
Raízes que dão asas pra a minha imaginação...
FELIZZZ DIA DOS PAIS BIZZETTÃO!
"Querido Papai-do-Céu,
É força. É energia. É bom. Traz paz, dá sentido, dá esperança. 



Atmosfera relaxante de golinhos de cava e mordidinhas de tapas.
Barcelona é sim o local que eu, simplesmente, projetei todo o meu lado excêntrico, divertido, de fazer parte e dividir "pudores" - ou ficar sem eles.
Cidade que foi influenciada por inúmeras tendências e que, claramente e sensitivamente, eu percebi que alí não há uma tentativa de cópia de um estilo determinado de ser e de viver.
E foi sentindo toda essa "liberdade" que nos divertimos muito...
Estávamos - Mari, Orestes e eu - na nossa volta turística pela orla marítima, caliente. Eu, marinheira de primeira viagem, comecei já me surpreendendo com um tiozinho peladão que passeava de bicicleta despreocupadamente: até eu sentia o prazer do ventinho batendo nos bagos... Eu, turistona, observando a felicidade dos casais "arco-íris" expondo seus sentimentos diante de Iemanjá. Eu, turistona, na expectativa de quais outras surpresas eu teria e o que mais de "diferente" meus zóinhos puxadinhos iriam experimentar de novo (de novidade) naquele passeio...
Paramos na plataforma pra observar o futvôlei rolando lá nas areias catalãs.
Muitos brasileiros, claro - mas isso não é novidade. Muita diversão, claro! - pois onde tem brasileiro a diversão é garantida! E nosotros lá: jogando conversa fora.
A Mari, uma brasileira quase que "nativa", aponta, lá pro outro lado da plataforma, prum mocinho, meio peludo, estatura média, que também observava o jogo e diz:
- "Aquele moço, lá, tá vendo?, ele VENDEBIKINI na praia".
Eu, surpresa, com toda aquela bagagem mental de diversidade respondi:
- "Aquele cara lá (!!) VEMDEBIKINI na praiaaa? Como assim Mari?"
- "É Japa!! Aquele cara, lá, VENDEBIKINI na praia".
- "Como assim Mari, um peludo daquele VEMDEBIKINI na praia... Não é possível!! Vc tá dizendo aquele, lá, com aquela bermuda branca com vermelho??" (era o único no raio de 8m quadrados)
Eu tava chocada.
- "É Japa! Caramba! o cara VENDEBIKINI na praia!"
E ela bege.
- "Mas Mari, a parte de cima e a de baixo também?"
- "Lógico Japa!! A parte de cima e a de baixo!"
- "Mas Mari, e como ele faz com o saco, de bikini? e a parte de cima, assim?" - eu gesticulava sobre as minhas mamárias o triângulinho do bikini...
- "JAPA, ele VENDEBIKINI na praia com o saco e tudo!!!"
- "Com o saco e tudo??? AHHH não é possível Mari!! Aquele cara lá com o bikini e o saco dentro do bikini?!" - e eu gesticulava o volume de um testículo masculino dentro de um bikini!
A situação começou a ficar tensa, quer dizer, mais tensa do que já se encontrava. Mari e eu não estávamos em sintonia. E isso também foi nítido pro nosso amigo Orestes que, além de observar os peludos jogando futvôlei e perceber que a nossa conversa tinha ido prum lado diferente daquele que deveríamos experimentar, interrompeu:
- Ahhhhh genti!!! Péra! Então o cara VENDE BIKINI na praia. Ele pega bikini e sai VENDENDO na praia? Num é que ele VEM DE BIKINI na praia, VESTINDO bikini, é??
Nenhuma outra palavra precisou ser pronunciada. Caimos na gargalhada!!! Os 3 pares de ticos-e-tecos (de nós 3 moças!) entraram num acordo instanâneo e foi gargalhada atrás de gargalhada.
Pra mim, turistona, o cara VEM DE BIKINI na praia: imaginei o peludo até de salto-altinho desfilando pelas areias de bikini de cortininha...
Pra ela, o cara VENDE BIKINI na praia: definitivamente ele vendia bikinis de todas as cores e modelos, parte de baixo e de cima, todos dentro dum grande sacão preto...
Foram 800 km em 34 dias, andando.
Foi isso: 34 dias caminhando. E me lembro bem que nos 15 primeiros dias eu quis desistir (!!!) e nos outros 19 também!!!
E, assim, com essa vontade descarada de “pegar carona”, “subir no bumba”, “ir de táxi”, “pra que todo esse esforço sua louca?”, “eu vou sim resistir a essas tentações!” que conclui, step by step tamanho 38 (algumas vezes 39), a minha misteriosa peregrinação...
Mas sabe o que é acordar todas as manhãs, daqueles primeiros dias, muito cedo, com muito sono, depois de ter dormido com um bando de gente roncando (e peidando) e sair andando com o corpo in-tei-ri-nho doendo e pé florido de bolhas??
“P.Q.P.” definiria...
Sabe o q é caminhar entre campos verdinhos, mata brilhando de orvalho, por estradinhas milimetricamente “construídas” por Alguém bem especial, escutar o passarinho cuco-cuco dando o ar da graça e eu com meu corpo to-di-nho dolorido, gritando de dor??
“Passarinho, pelo amor, fique quietinho!” definiria... (hehe)
...doia tudo! Era o peso mental e o corporal + o plus do mochilão que deveria ser 10% dos meus kgs...
Só que, devagarinho, eu fui vencendo a densidade desse corpo aqui que, diga-se de passagem, estava muito habituado a praticar 1 único esporte até então: o “levantamento de garfo”.
Devagarinho, dia após dia, com o ritual de cuidar do pé, fazer alongamento, passar pomada na tendinite, de ronco já virando música clássica, que a dor foi passando e que comecei a contemplar a beleza de todos os lugares, o canto de todos os pássaros, as cores de todas as flores, o sol, as subidas, as íngremes descidas e eu mesma.
Assim, eu concluía os ou 16, 24 ou os 30km que cada dia me determinava, sem saber se encontraria água quente ou não me esperando no albergue (olha a vontade de desisitir!), com preguiça de lavar todos os dias minhas roupas na mão (vontade grande de desistir) e ter que andar de novo e de novo...
Só sei dizer que aprendi muito. Conheci pessoas maravilhosas (e outras q roncavam d+). Fiz amizades sinceras e eternas (umas q roncam). Chegou uma hora que não era mais meu corpo que me levava e sim eu que levava meu corpo... A liberdade da minha total falta de identidade. Os vários copos de vinho e toda a culinária Espanhola desfrutada. A chuva, o frio, a lama. O pôr-do-sol em Finisterre. Nossa! Faria tudo de novo simmmm...

Como é agradável te ver subindo do meu lado direito... vc vem lá da margem, devagarinho e aparece por uns segundos só pra dizer que está presente aqui: na telinha do meu do computador...
Instantaneamente me comunico com esse mundão sem fronteiras...
Em tempo real teclo com meus amigos, meus parentes e colegas de trabalho. Do mesmo modo, tenho a oportunidade de conhecer melhor aquela ‘pessoinha’ que já troquei (ou estou na iminência de trocar) alguns bytes e que, privilegiadamente, nos concedemos a licença para entrar no “seleto e honrado” grupo ON-LINE-de-ser.
Caso eu precise de uma resposta rápida para uma dúvida sobre x ou sobre y, clico na janelinha e envio uma mensagem prum outro boneco agrupado por lá. E vice-versa.
Dom do céu pois posso conversar e matar a saudade de caríssimas pessoas que moram lá looonge... de felicidade duplicada quando se tem câmera e microfone de prontidão pra q tal saudade saia da imaginação e faça o meu cérebro acreditar q quase posso tocar esses queridos q tão lá, fora do meu alcance... aqui, o q os olhos vêem e ouvidos escutam, o coração sente sim... como se estivéssemos sentados na mesma sala ou no mesmo quarto... (só q isso eu deixo por conta da imaginação de cada um)
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Na verdade, as pessoas se vêem mais hoje, do que anteriormente, graças ao MSN...
No display coloco meu estado de espírito, meu statu$ pessoal, @ where am I? Lá faço a minha ou alheia propaganda gratuita, coloco a fotinho que mais gosto ou a que me desvenda só um pouquinho. Lá, te convido pra minha festa, demonstro minhas (in)gratidões, meus apelidos... Tudo ao som da música q suaviza minha correria diária.
E dos bastidores OFF-LINE nos observam...
Por um outro lado, o MSN vira caso de preocupação quando só se utiliza desse único meio como comunicação ou quando se espera a manifestação daquela mesma pessoinha já mencionada – aquela q vc anseia por querer conhecer melhor... ou quando se espera por um oizinho que não vem e um sorrizinho que não tem...
É chato também quando o chefinho não libera o MSN e, com as artimanhas de um internauta astuto, "burlar-se" o sistema empresarial em prol àquele bate-papo gostoso...
Sem comentar que a situação fica crônica quando o duplo clique confirma que determinado ser será sim BLOQUEADO na salinha de tons azuis... (eu, particularmente, nemmmm me atrevo entrar num site q tem por ai pra saber por quem eu não sou tão + querida assim... mas morro de curiosidade de saber se descobriram quem eu bloqueei também... q loucura...)
Coisas de Messenger...
;)
Enfim, é uma pena, porém, que muitas vezes a interpretação na telinha não é como gostaríamos q fosse... as vezes é bom nem tentar explicar melhor pq piora... Mal entendidos “entre linhas” e ausência de meus reais sentimentos... Olho no olho, infelizmente, o Sr. William Henry (Bill) Gates III ainda não conseguiu proporcionar: é fundamental.
Bom, me ADD, por favor, caso minha comunicação (wireless) insensível tenha caído ou se eu perdi a password necessária pra eu fazer parte do teu grupo...

No aguardo do teu backup,
"tenho que ir. bj.tchau."

Mas pra esse caso especifico onde é difícil desapegar daquela escova que vc já está acostumada(o) - casos especiais que vc não troca a tua escova por nada nesse mundo - pra esses ai é recomendado que utilizem de produtos complementares – fio, fita, floss – pra colaborar com o ato de escovar. Eles ajudam quase q na mesma proporção: retira resíduos, mantém saudável, reduz a formação de placas indesejadas, tem o frescor e a maciez como o de uma escova novinha.